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Planejamento de viagem com crianças

De Mãe para mãe 2 Comments

Viajar é sinônimo de planejamento, pelo menos para mim, eu gosto de saber os principais pontos turísticos, melhores restaurantes da cidade, parques e playgrounds para Beatriz aproveitar e outros itens que considero importantes. Isso tudo ajuda a organizar o roteiro, preparar as malas, fazer reservas.

 

# Preparar as crianças
 
Utilizo a internet e os guias que temos para mostrar os principais pontos turísticos para Beatriz e prepará-la para o que vamos ver e fazer durante a viagem. Isso ajuda a criança a prever o que vai acontecer e diminuir a ansiedade ou inquietação. 

 

Por exemplo, quando fomos para Paris ela sabia que íamos no Museu do Louvre ver a Monalisa, pois eu havia mostrado pela internet esse quadro e os outros atrativos do museu. Quando chegamos na porta do Louvre, ela logo falou: “Vamos mamãe, quero ver a Monalisa!” E ficou tão encantada que trouxe imã de geladeira e postal da Monalisa para mostrar para os amigos do colégio e familiares.
# Organizando o roteiro
 
Outro item que considero importante quando viajamos com crianças é ter um roteiro programado, mas não engessado. Isso significa que sabemos o que queremos fazer, mas tudo por ser mudado. A criança fica cansada, chateada, entediada e precisamos ter a sensibilidade de propor coisas interessantes para ela fazer. Ou simplesmente, revezar dias de passeios intensos com dias mais calmos e com menos rotina.
Busco revezar passeios como museus e igrejas, com parques ou playgrounds onde Beatriz possa correr e gritar a vontade. Afinal, criança quer é isso mesmo!
Comprar os ingressos antecipadamente das principais atrações é sempre uma boa estratégia de não deixar as crianças impacientes nas enormes filas. Então, programe-se para isso! Se não der, busque outra estratégia para distrair os pequenos durante a tortura da fila de espera.
Tivemos duas experiências para contar. Uma foi o ingresso da Torre Eiffel, que quando fomos para Paris já não tinha ingresso para venda antecipada no site. Então, já sabíamos que ia ter que enfrentar fila. Nossa estratégia foi: enquanto eu ficava na fila, meu marido levou Beatriz para passear no carrossel que fica próximo da Torre e ficaram brincando por algum tempo (e fomos revezando nesse processo). Nesse dia, ficamos na fila por uma hora e meia e foi tranquilo devido à essa estratégia de distração.
Em outra oportunidade, na visita do Museu do Louvre ficamos horrorizados com o tamanho da fila e o que nos salvou foi o Paris Museum Pass , que é um passe de ingresso para as atrações que tem um “fura fila”. Só em furar essa fila, já valeu o investimento do passe. 

 

# Alimentação
 
Uma grande preocupação de todas as famílias viajantes é sobre alimentação. Quando a criança ainda é um bebê é bem fácil porque é só dar o leite (sendo no seio da mãe ou na mamadeira).
Depois começa na fase de papinhas sólidas que eu considero a mais complicada. Minha filha nunca gostou dessas papinhas prontas da Nestlé por exemplo, que salvam a vida em muitas ocasiões. Então nessa fase eu busquei ficar em apart hotéis com a possibilidade de cozinhar e fazer a sopinha que ela estava acostumada em casa. Fazia à noite e colocava em potinhos de vidro. O potinho do almoço eu levava dentro da mochila armazenado em uma bolsinha antitérmica e dava para ela onde estivéssemos. Além disso carregava frutas que ela gostava. 

 

 

Depois Beatriz começou a fase de alimentação “quase” normal (rsrsrs) foi ficando mais fácil. Ela sempre comeu de tudo, então bastava ter um arroz, feijão e ovo que estava bom. Eu acrescentava algum legume e ok. Ou macarrão como aconteceu na Europa, onde eu mudava somente o tipo e o molho de macarrão.
Uma dica em relação à alimentação é relaxar um pouco, afinal vocês estão passeando. Então tente priorizar as principais refeições (almoço e jantar) e vá dando lanchinhos nos intervalos. Comigo sempre deu certo!
# Segurança
 
Quando viajo tenho mais ainda cuidado em relação à segurança da Beatriz junto conosco. Tenho muito medo dela se perder ou ser roubada (Será que é coisa de mãe neurótica???) Não sei, mas não vou pagar para ver. Então, converso com ela sobre o que pode acontecer se ficar longe da mamãe e do papai e fico de olho. Literalmente, de olho o tempo todo!!!
Oriento que ela pode correr perto dos pais e quando eu chamar ela tem que voltar na hora para pertinho. Com ela sempre deu certo, mas é preciso que cada família conheça seu filho e trace sua estratégia de segurança, pois as crianças somem em um segundo.
Algumas famílias colocam pulseiras de identificação nas crianças. Eu acho ótima ideia! Mas nunca comprei para usar. Quem sabe me preparo para a próxima. 

 

Outra estratégia usada por algumas famílias para prevenir a correria das crianças são as mochilas guias (que alguns chamam de mochila coleira). Eu nunca usei porque, como disse anteriormente, Beatriz sempre obedeceu. Alguém já teve alguma experiência com essa mochila para relatar? 

 

Que outras preocupações vocês têm quando estão planejando uma viagem com crianças?
Boa viagem!

 

Abraços e até a próxima!!!* Todas as imagens foram tiradas da internet com busca pelo www.google.com.br

 

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